31 março 2010

Concurso de cartões do Dia dos Namorados

REGULAMENTO:
Faz um bonito Cartão do Dia dos Namorados, dedicado a um colega que gostes.
Não te esqueças que o cartão, para além de desenhos, deve conter uma bonita mensagem de amor ou amizade, em prosa ou poesia.
O Cartão deverá ter a medida aproximada de 18 cm x 12 cm, no sentido horizontal ou vertical. Poderás utilizar qualquer tipo de material para pintura.
Esse Cartão deverá ter, obrigatoriamente, o nome e a turma da pessoa a quem é dirigido. Se quiseres, podes manter-te anónimo.
Os cartões serão entregues na Biblioteca da EB1 Nº1 do Cartaxo, até ao dia 9 de Fevereiro.
No dia 18 de Fevereiro, os cartões serão distribuídos pelos destinatários, sendo divulgado o nome das 3 pessoas que receberem mais postais.

RESULTADO DO CONCURSO:

6 Cartões - Professora Berta Pereira - 3ºC

5 Cartões - Maria Militão - 2ºA

4 Cartões - Diogo Cruz - 2ºC e Tomás Peralta - 3ºD

Parabéns aos vencedores!

Exposição de Fantoches

Fantoches elaborados e oferecidos à BE-CRE pelas professoras Anabela, Caetana e Elsa da EB1 nº1 do Cartaxo.

11 março 2010

Oferta de livros do PNL

O Ministério da Educação, através do Plano Nacional de Leitura, ofereceu livros a todos os alunos do país que frequentam o 1º ano de escolaridade.
Desta forma, foi assinalado um momento importante na vida das crianças.
Esta acção pretende alertar as famílias para o papel do livro e da leitura no desenvolvimento das crianças e no sucesso escolar, assim como incentivar os alunos a LER+.

17 fevereiro 2010

História de Natal

No final do 1º Período, a BE-CRE promoveu uma actividade de "leitura interturmas", ou seja, dois alunos saiam da sua sala para irem ler uma história de Natal a outra sala. Dessa, saiam outros dois, até todas as turmas terem ouvido a história, contada por pessoas diferentes.
A actividade foi uma surpresa para os alunos, assim como a história que falava de...

UM PRESENTE SURPRESA

Há muito tempo atrás, havia um rei muito, muito rico.
Tinha tanto dinheiro que podia encher a meia de Natal de todas as crianças do país e ainda lhe sobraria muito dinheiro. Por que razão, então, odiava ele o Natal?
A razão era esta. O Rei queria um presente-supresa na manhã de Natal.
Nunca ficava surpreendido com os presentes maravilhosos que recebia. Já lhe tinham dado:
Um livro de respostas a todas as perguntas dos professores.
Um cesto de piquenique que brilhava no escuro quando o levava a uma festa depois da meia-noite.
Uma almofada para o adormecer ao som de uma canção.
Uma poça de água para saltar dentro de casa sem molhar a carpete…
“Já tenho um desses”, dizia sempre o Rei.
Um dia, numa manhã de Natal, mesmo antes de o sol nascer, o Rei perdeu a paciência.
— Será que ninguém me consegue trazer um presente que me surpreenda? — gritou. — Chamem o feiticeiro real!
— Aqui me tendes, Majestade.
— Não fiques aí especado! Faz alguma coisa. Isto é uma ordem!
ABRA – CA – ZAM!
Num abrir e fechar de olhos, o Rei foi transportado para uma floresta escura, coberta de neve.
— Mas onde é que eu estou? — perguntou. — Esperem até eu regressar ao palácio. Aquele feiticeiro não sabe com quem se meteu!
— Alto lá, será que estou a ver ao longe uma casa?
Suspirando de alívio, caminhou até chegar a uma cabana, com o telhado coberto de neve, situada perto da floresta que se encontrava vazia.
— Onde estará o dono? — perguntou o Rei. — E porque não há decorações de Natal e uma árvore com luzinhas?
Na cabana não havia o menor indício de Natal. Excepto um calendário em cima do fogão da sala, aberto no dia 24 de Dezembro.
— É véspera de Natal! — disse o Rei.
Será que iria passar sozinho o primeiro Natal da sua vida?
— Para começar, é melhor aquecer-me e manter-me ocupado.
Cortou uma árvore na floresta e colocou-a num canto da sala. Foi divertido pendurar as decorações de Natal que encontrou numa caixa debaixo da escada, bem como acender a lareira e pôr a mesa para a ceia de Natal.
Depois de ter feito tudo isto, o Rei desenhou um cartão de Natal para o dono da cabana e colocou-o em cima da chaminé. Fez, em seguida, um embrulho de oferta, mas sem nada dentro.
Colocou o embrulho debaixo da árvore de Natal e, por último, pôs a mesa para mais uma pessoa.
— Nunca se sabe… — suspirou.
Depois de tanto trabalho, adormeceu profundamente diante da lareira.
A claridade do dia e o tilintar de campainhas de um trenó acordou-o. A porta abriu-se de repente e um homem gorducho entrou. Exactamente o tipo de pessoa que esperaríamos ver num sítio como este. Como trazia geada nas sobrancelhas, gelo na barba, flocos de neve a derreter no fato vermelho e um saco vazio, o Rei demorou algum tempo a reconhecê-lo.
— Pai Natal?! — perguntou espantado.
— Quem é o senhor?
— Sou um Rei.
— Um Rei? - O Pai Natal olhou o seu visitante com espanto e a sua voz foi-se apagando, enquanto percorria com os olhos as decorações, a mesa de jantar, o cartão na chaminé, e o presente debaixo da árvore.
— Como sabia que nunca tive um Natal a sério? — exclamou este.
— Nunca? – perguntou o Rei.
— Estou sempre demasiado ocupado antes do Natal. Depois fico demasiado cansado. E agora Vossa Majestade organizou tudo. Estou-lhe tão grato. Como se lembrou de um presente-surpresa tão bonito?
— Presente-surpresa?
— O meu próprio Natal! — respondeu o Pai Natal. — É o meu primeiro Natal!
— É o primeiro que ofereço… — disse o Rei, pensativo.
O Rei nunca esqueceu a lição que o seu feiticeiro lhe deu. Quando se é um rei que tem tudo, receber um presente-surpresa é difícil, mas dar um é fácil!
Algum tempo depois, quando nomeou o feiticeiro seu Primeiro-Ministro, o Rei disse:
— Só há um pequeno problema. O que devo pôr dentro do embrulho que deixei debaixo do pinheiro? O Pai Natal não sabia qual o presente que queria receber!
— É simples — sorriu o feiticeiro.
E sussurrou algo ao ouvido do Rei.
Adorava dizer-vos o que ele sugeriu… Mas isso iria estragar a surpresa!
Chris Powling
Sally Grindley (org.)
Christmas stories
London, Kingfisher, 1994
Adaptado por Sandra Lopes

scraps para todas as ocasiões

Contadora de Histórias

No mês de Dezembro, a BE-CRE recebeu a presença de uma contadora de histórias da Livraria Infantil "Aqui há Gato".
Os alunos deliciaram-se com as suas histórias tão divertidas e aprenderam a fazer a dobragem de um gato.


ORIGAMI - DOBRAGEM DE UM GATO

26 janeiro 2010

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

No dia 3 de Dezembro comemora-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. Esta comemoração é promovida pela ONU (Organização das Nações Unidas) desde 1998, com o objectivo de sensibilizar todos os cidadãos para os direitos, o bem estar e a integração das pessoas com deficiência.
As pessoas com deficiência são como todos nós. Têm os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, os mesmos sonhos.
Na BE-CRE, os alunos ouviram a história da "Tita - A coelhinha diferente".

26 outubro 2009

Comemoração do Dia de S. Martinho

"O Ouriço já secou,
Já caiu a castanhinha
Vamos lá todos comer
A castanha cozidinha

Cozidinha ou assadinha
Na lareira a saltitar
É dia de São Martinho
Vamos cantar e bailar!"

Na EB1 nº 1 do Cartaxo comemorou-se o S. Martinho de diversas formas.
Na nossa Biblioteca, foi contada a Lenda de S. Martinho e a História da Maria Castanha.

Os alunos fizeram desenhos tão giros!
No final das aulas, todos se deliciaram com as castanhas preparadas pelas nossas funcionárias. Que boas que estavam!

25 outubro 2009

Gripe A

Uma Canção!

Uma História!

16 de Outubro - Dia da Alimentação

“Nós somos o que comemos”. A falta de alguns nutrientes pode provocar graves doenças. Todavia, na sociedade moderna, o excesso de comida, de bebida e a vida sedentária conduz à obesidade, enche as artérias de gordura, provoca hipertensão, doenças do coração, diabetes e até certos tipos de cancros. Portanto, saber comer é saber viver! Na EB1 nº 1 do Cartaxo comemorou-se o dia da Alimentação. Os alunos visitaram a BE-CRE, onde aprenderam a fazer uma boa alimentação e viram o filme de animação oferecido pelo leite Mimosa, intitulado O Ataque de Melgamor. O entusiasmo dos alunos foi muito, tendo resultado, desta actividade, desenhos muito engraçados.
João Cartaxo - 4º D

Para terminar, as assistentes operativas fizeram arroz doce que foi distribuído por todos. Estava uma verdadeira delícia!